Nos dias atuais, em que os fatos são processados rapidamente, as novidades tornam-se, em pouco tempo, obsoletas, e são substituídas por algo mais moderno.
Vivemos uma época em que o pós-modernismo despreza os paradigmas há muito estabelecidos, onde a verdade é relativa e os objetivos devem ser alcançados rapidamente, em detrimento da ética, da verdade e da decência.
Da mesma forma, esse espírito de modernização avança, de maneira sutil, porém metódica, para dentro de não poucas igrejas. Não estou me referindo ao aspecto administrativo, e sim, à forma de adoração a Deus e ao escopo doutrinário da igreja.
Lamentavelmente, muitos teólogos e pregadores leigos estão optando pela modernização, não só na administração da igreja, como também tentando adaptar a Palavra de Deus às circunstâncias de nossos dias. Esses formam, assim, um conceito de igreja fast-food, em que o que vale é o resultado rápido e não a saúde espiritual de quem participa dela.
Vale lembrar que a primeira mensagem de Jesus, apresentada em Marcos 1.15, fala ao homem da necessidade de arrependimento e de ele crer no evangelho. Mas, que evangelho pode-se encontrar em muitos púlpitos? Sim, é possível haver outros evangelhos, como Paulo adverte aos Gálatas 1.6:
“Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho” (grifo meu).
Leia a matéria completa na edição nº 3.
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