Sob o disfarce de entretenimento e cultura popular de massa, crianças, adolescentes, jovens e até mesmo adultos estão sendo seduzidos e negativamente influenciados pela mídia secular – aquela descompromissada com os valores morais e familiares do cristianismo. Prova disso é que nos últimos meses uma quantidade significativa de pesquisas sérias e imparciais trouxe à tona os efeitos nefastos produzidos por programas que incentivam a sexualidade precoce, a infidelidade conjugal e o consumo de álcool.
Apesar de o senso comum já ter detectado essas verdades há muito tempo, tais estudos (divulgados no site Hypescience.com) ratificam o fato de que algumas ditas “produções artísticas” possuem poder de fogo suficiente para levar à bancarrota o senso moral de espectadores contumazes.
De início, podemos citar um estudo publicado na revista científica Pediatrics, que concluiu que jovens que têm altos níveis de exposição a programas de televisão com conteúdo sexual têm o dobro de chance de se envolverem em uma gravidez na adolescência nos três anos seguintes em comparação com aqueles que assistem poucos desses programas.
Outro estudo, realizado por cientistas da Universidade Radboud, Holanda, sugere que as pessoas tendem a consumir álcool, quando veem pessoas bebendo em filmes ou em comerciais, enquanto assistem a programas de TV. Os pesquisadores monitoraram o comportamento de 80 jovens enquanto eles assistiam a programas de televisão, e descobriram que os que viam mais referências a bebidas alcoólicas bebiam duas vezes mais do que os que não as viam.
Ficamos sabendo ainda que uma pesquisa patrocinada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sugere uma ligação entre as populares novelas da TV Globo e o aumento no número de divórcios no Brasil, nas últimas décadas. Na pesquisa, foi feito um cruzamento de informações extraídas de censos nos anos 70, 80 e 90 com dados sobre a expansão do sinal da Globo – cujas novelas chegavam a 98% dos municípios do país na década de 90. Além disso, descobriu-se que esse efeito é mais forte em municípios menores, onde o sinal é captado por uma parcela mais alta da população local.
Na esfera musical, em pesquisa realizada na Universidade de Pittsburgh, constatou-se que jovens que ouvem músicas que contenham referências sexuais e degradantes, começam a fazer sexo mais cedo (ou investem nas preliminares). As pesquisas foram feitas com 711 jovens de três grandes escolas em uma metrópole. Dos participantes que eram expostos a, em média, 14 horas de músicas com fortes apelos “sexuais” por dia, um terço já havia feito sexo. Outro terço já havia tido “preliminares”, mas nunca havia praticado o ato sexual completo.
Leia a matéria completa na edição nº 1.
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